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Pref. Serra Nova Dourada

RELATO DE EXPERIÊNCIA

ENTRE CAJUS E HISTÓRIAS: PROMOVENDO A IDENTIDADE CULTURAL NA PRIMEIRA INFÂNCIA

CARDOSO, Ivanilda Silva Freire[1]

OLIVEIRA. Adriana da Mata[2]

OLIVEIRA, Daniele de Araújo[3]

DRUMOND, Viviane[4]

Eixo 6 – Praticas Educativas com a Cultura Escrita na Educação Infantil.

Resumo: Este relato de experiência descreve o projeto: “Fortalecendo os laços da cultura do caju no município de Serra Nova Dourada”, desenvolvido na Escola Municipal Ana Ribeiro de Sousa, com as turmas Pré I e Pré II “B”. A iniciativa foi realizada dentro do programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI), promovendo a valorização do caju, fruta nativa do cerrado, como elemento cultural e pedagógico. Com base em teorias de Vygotsky, Wallon e Dewey, o projeto buscou integrar práticas pedagógicas, cultura local e a construção do conhecimento por meio de experiências significativas. As atividades envolveram a exploração do caju em diferentes contextos: rodas de conversa, confecção de livros coletivos, conotação de histórias, produção de suco e doces com a participação das famílias, e o plantio de mudas de cajueiro no pátio escolar. A culminância ocorreu com uma exposição aberta à comunidade, apresentando os resultados das atividades, como cartazes, desenhos, registros fotográficos e a degustação de produtos de caju. O projeto reforçou habilidades linguísticas, motoras e criativas, alinhando-se aos objetivos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no campo de experiência “O eu, o outro e o nós”. A participação ativa das crianças e da comunidade escolar contribuiu para a promoção da identidade cultural e da sustentabilidade local, ao mesmo tempo que fomentou a educação ambiental e a preservação do bioma cerrado. Como resultado, observou-se o fortalecimento dos laços culturais e sociais das crianças com seu território, promovendo uma aprendizagem significativa que transcende os limites da sala de aula.

Palavras-chave: Educação Infantil; Leitura e Escrita; Cultura: Educação Ambiental; Cerrado.

Introdução 

A educação infantil desempenha uma função fundamental na formação integral das crianças, proporcionando experiências que interligam aspectos culturais, sociais e ambientais. Em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a experiência educacional neste nível deve assegurar o desenvolvimento pleno, promovendo a identidade cultural e o autoconhecimento por meio do campo de experiência “O eu, o outro e o nós”.

Nesse âmbito, histórias e elementos da cultura local tornam-se ferramentas indispensáveis para a construção de aprendizados significativos, alinhando-se às teorias de Vygotsky (2007) sobre a importância do ambiente social e cultural no desenvolvimento infantil.

O projeto Fortalecendo os laços da cultura do caju no município de Serra Nova Dourada – MT, foi concebido com a finalidade de explorar o potencial pedagógico do caju, fruto originário do cerrado, valorizando as tradições locais e incentivando a sustentabilidade. Inspirado na perspectiva de Dewey (1971), que defende uma educação fundamentada na experiência prática e na ação, o projeto procurou integrar a participação ativa das crianças, famílias e comunidade escolar em atividades que vinculassem o aprendizado ao cotidiano.

As práticas pedagógicas realizadas abrangeram a conotação de histórias, a elaboração de materiais didáticos, experiências culinárias e o plantio de mudas de cajueiro. Essas atividades não só valorizaram a cultura local, mas também promoveram o senso de pertencimento e a consciência ambiental entre os participantes. De acordo com Wallon (1995), a formação do caráter deve ser desenvolvida desde a infância, envolvendo a colaboração entre a escola e a família, assim reforçando os laços afetivos e culturais.

Dessa forma, este apresenta um relato de experiência que demonstra como a valorização da cultura local, aliada a práticas pedagógicas significativas, pode contribuir para o desenvolvimento integral das crianças, promovendo o respeito ao meio ambiente e o fortalecimento de identidades culturais no contexto da educação infantil.

O presente projeto baseia-se em teorias da educação infantil que enfatizam a relevância da interação social, da linguagem e da cultura na formação das crianças. A proposta de trabalho elaborada no contexto do Programa LEEI (Leitura e Escrita na Educação Infantil) fundamenta-se em princípios da BNCC, além das contribuições de teóricos como Vygotsky, Wallon e Dewey, que fornecem suporte conceitual para a abordagem metodológica empregada.

As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil - DCNEI (2010) caracterizam a criança como um sujeito de direitos, envolvido ativamente na construção do conhecimento e inserido em um contexto sociocultural, deste modo, “a criança é concebida como um sujeito histórico e de direitos, que constrói sua identidade, aprende e se desenvolve a partir de suas interações e experiências cotidianas”. Segundo Vygotsky (2007), a aprendizagem se efetua por meio das interações sociais, sendo a mediação um elemento fundamental para o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social.

No projeto, essa abordagem se manifesta nas atividades de exploração do caju, nas quais as crianças estão ativamente engajadas na construção do conhecimento mediante observação, experimentação e interação com colegas, educadores e a comunidade.

Wallon (1995) complementa essa perspectiva ao ressaltar que o desenvolvimento infantil está interligado às emoções e às interações sociais. Assim, as atividades lúdicas realizadas, como rodas de conversa e a produção de livros coletivos, favorecem a expressão das emoções e a formação de laços afetivos, fortalecendo o processo de aprendizado.

A linguagem exerce um papel fundamental na aprendizagem infantil, uma vez que possibilita a comunicação, a expressão de ideias e a construção do conhecimento. De acordo com Vygotsky (2007), a linguagem representa um instrumento imprescindível para a internalização dos conceitos e para a mediação do pensamento. No âmbito do projeto, a narração de histórias e a elaboração de materiais coletivos, como cartazes e a Saia Ave, favoreceram o desenvolvimento da oralidade e da escrita emergente.

A cultura igualmente configura um elemento estrutural da aprendizagem, conforme enfatiza a BNCC, que reconhece a importância de valorizar as experiências e os saberes locais na educação infantil. O projeto resgatou a cultura do caju como aspecto central do aprendizado, possibilitando que as crianças se apropriassem de sua identidade cultural e compreendessem a relevância da preservação ambiental.

Dewey (1971) propõe uma educação fundamentada na experiência, na qual o aprendizado se realiza por meio da interação direta com o ambiente e da resolução de problemas reais. Este conceito foi aplicado no projeto por intermédio da experimentação prática com o caju, desde o plantio até a produção de doces, permitindo que as crianças vivenciassem o conhecimento de maneira concreta e significativa.

O professor, nesse contexto, exerce a função de mediador, organizando o ambiente e as experiências para potencializar a aprendizagem. No projeto, as professoras estimularam a participação ativa das crianças, permitindo que estas expressassem suas descobertas e construíssem novos saberes a partir de suas vivências.

Metodologia adotada para a concepção e desenvolvimento do projeto

O projeto foi elaborado fundamentado na metodologia de projetos, uma abordagem pedagógica que valoriza a aprendizagem ativa, interdisciplinar e contextualizada. Consoante Dewey (1971), a educação deve se fundamentar na experiência, possibilitando que os alunos se engajem ativamente no processo de construção do conhecimento.

Nesse contexto, a metodologia aplicada no projeto estimulou a participação das crianças em atividades práticas que se comunicam com seu cotidiano, promovendo um aprendizado significativo.

A proposta fundamentou-se na premissa de que a cultura local e o contexto social exercem uma função essencial na formação das crianças, conforme indicado por Vygotsky (2007). Assim, a seleção do caju como tema central do projeto possibilitou a exploração de diversas dimensões do conhecimento, interligando aspectos ambientais, sociais, históricos e linguísticos.

O projeto adotou um percurso investigativo, no qual as crianças foram estimuladas a observar, questionar, experimentar e criar a partir de suas próprias vivências, em um processo que respeitou suas curiosidades e interesses.

Além disso, a metodologia implementada favoreceu a interação entre a escola, a família e a comunidade, corroborando a perspectiva de Wallon (1995) acerca da relevância das relações sociais na formação da infância.

As atividades foram elaboradas de maneira a integrar distintas formas de expressão, como a oralidade, a escrita, a arte e as experiências sensoriais, assegurando um desenvolvimento abrangente das habilidades das crianças.

O projeto fortalecendo os laços da cultura do caju

O projeto Fortalecendo os laços da cultura do caju no município de Serra Nova Dourada - MT foi elaborado de forma colaborativa entre educadoras, crianças e a comunidade local. A abordagem metodológica aplicada possibilitou que as crianças assumissem o protagonismo no processo de aprendizado, investigando a cultura do caju por intermédio de experiências significativas, interações e descobertas.

O projeto começou com uma visita exploratória ao município, na qual as crianças foram estimuladas a notar elementos que capturassem seu interesse. Durante as discussões em grupo, emergiu a temática do caju, uma fruta comum em diversos quintais da cidade, tanto na área rural quanto na urbana.

Com base nessa identificação, as educadoras orientaram as atividades para investigar os diversos aspectos do caju: sua relevância ambiental, seu valor nutricional, suas utilizações na culinária e seu significado cultural para a comunidade. As crianças demonstraram grande entusiasmo ao compartilhar suas experiências com o caju. Algumas relataram que suas famílias produziam doces, enquanto outras contaram histórias sobre a colheita do fruto.

Esse envolvimento inicial foi essencial para que se sentissem parte do processo de construção do conhecimento, reforçando a abordagem sociointeracionista defendida por Vygotsky (2007), que destaca o papel das interações sociais no aprendizado infantil. Para aumentar o envolvimento das crianças com a temática, foram elaboradas diversas atividades interativas, como a leitura da obra A Sementinha do Caju, de Junji Miyaura.

Ao longo dessa atividade, as crianças se envolveram ativamente na narração, recontando a história com suas próprias palavras e elaborando ilustrações para um livro coletivo. Esse exercício consolidou a oralidade e a escrita emergente, conforme as diretrizes da BNCC, que sugere o desenvolvimento da linguagem como uma das principais competências da educação infantil.

Outro momento significativo foi a visita a uma confeitaria tradicional da cidade, Dona Maria de Fátima, que dividiu com as crianças sua experiência na confecção artesanal de doces de caju. Essa visita consolidou a relação entre a escola e a comunidade, além de oferecer um aprendizado prático e sensorial.

As crianças tiveram a oportunidade de observar todo o processo de elaboração dos doces e, em seguida, participaram da produção na escola, experimentando diversas maneiras de manusear o fruto, como na figura 1.

Figura 1 - Produção de doces e derivados do caju

Fonte: Acervo das autoras, 2024

Essa atividade ressaltou a relevância da cultura alimentar local e incentivou a valorização dos conhecimentos populares.

A criatividade constituiu um dos pilares do projeto. As crianças estiveram envolvidas na elaboração de cartazes ilustrativos sobre o ciclo do caju, desde a árvore até seus derivados. Ademais, realizaram colagens, recortes e pinturas, criando uma representação visual do aprendizado adquirido.

Uma das atividades mais cativantes foi a confecção da Saia Ave, uma peça de tecido que as crianças pintaram manualmente com imagens do caju, simbolizando suas histórias e descobertas ao longo do projeto. Esta atividade favoreceu o desenvolvimento da coordenação motora fina e da expressão artística, permitindo que cada criança imprimisse sua marca na construção coletiva do conhecimento.

A valorização do caju também se estendeu à conscientização ambiental. As crianças participaram do plantio de mudas de cajueiro no pátio da escola, adquirindo conhecimentos sobre o crescimento das plantas e a relevância da preservação ambiental. Essa atividade gerou um forte vínculo entre as crianças e a natureza, despertando nelas um senso de responsabilidade ecológica.

Muitas famílias também se engajaram na iniciativa e plantaram cajueiros em suas residências, ampliando o impacto do projeto para além dos muros da escola. Esse envolvimento familiar reforçou a importância do trabalho coletivo na educação infantil e demonstrou como a escola pode atuar como um agente transformador na comunidade.

A fase final do projeto foi caracterizada por uma exposição aberta à comunidade escolar. As crianças demonstraram seus trabalhos, compartilharam suas vivências e participaram da degustação dos doces de caju elaborados ao longo das atividades. A apresentação dos livros coletivos e da Saia Ave constituiu um dos momentos mais emocionantes, uma vez que representou a materialização de todo o percurso de aprendizagem, assim como ilustra a figura 2.

Figura 2 – Socialização e apresentação da saia

Fonte: Acervo das autoras, 2024

Adicionalmente, um vídeo com registros das atividades foi apresentado aos pais e visitantes, ressaltando a evolução do projeto e a participação ativa das crianças. A culminância funcionou não apenas como um encerramento, mas também como um momento de celebração do aprendizado, evidenciando o impacto positivo da experiência na vida escolar e familiar das crianças.

O desenvolvimento do projeto trouxe inúmeras contribuições para as crianças, as professoras e a comunidade. O envolvimento com o caju proporcionou uma aprendizagem significativa, conectando conhecimentos ambientais, culturais e pedagógicos de maneira integrada. As crianças não apenas ampliaram seu repertório linguístico e artístico, mas também desenvolveram um olhar mais atento para o meio em que vivem, fortalecendo sua identidade cultural e seu senso de pertencimento.

Para as professoras, o projeto reforçou a importância de metodologias ativas e da valorização do contexto local no processo de ensino-aprendizagem. A troca de saberes com a comunidade foi enriquecedora, evidenciando como a escola pode atuar como um espaço de interação e fortalecimento das tradições regionais.

Já a comunidade escolar reconheceu o impacto positivo de projetos pedagógicos que englobam a participação das famílias e a valorização da cultura local. O projeto auxiliou na aproximação ainda maior entre a escola e as famílias, promovendo um ambiente de aprendizado colaborativo e significativo.

Dessa maneira, ao fortalecer os laços da cultura do caju no município de Serra Nova Dourada - MT, consolidou-se como uma experiência pedagógica inovadora e inspiradora, reafirmando o potencial da educação infantil como um espaço para a construção de conhecimento, valorização cultural e desenvolvimento sustentável.

Valorização da cultura local e da natureza

O projeto atingiu seus objetivos principais, promovendo uma aprendizagem significativa fundamentada na valorização da cultura local e na participação da comunidade escolar. As crianças não apenas expandiram seu repertório linguístico, artístico e social, mas também reforçaram seu vínculo com o ambiente e as tradições locais.

Os desafios enfrentados incluíram a necessidade de um maior apoio logístico para determinadas atividades externas e a mobilização de todos os familiares para um envolvimento mais abrangente. Contudo, as contribuições do Programa LEEI foram fundamentais para a execução da proposta, proporcionando suporte metodológico e pedagógico.

Como legado, o município de Serra Nova Dourada – MT recebeu uma proposta inovadora de ensino que poderá ser replicada em outras unidades escolares. O plantio dos cajueiros e os registros documentais do projeto servirão como referências para futuras gerações, reforçando a identidade cultural local.

Novas perspectivas emergiram, como a necessidade de expandir iniciativas semelhantes, abordando outras riquezas naturais e culturais da região. Além disso, a continuidade do trabalho com práticas sustentáveis e o fortalecimento da parceria entre a escola e a comunidade são aspectos que devem ser desenvolvidos nos anos vindouros.

Dessa maneira, o projeto não apenas impactou as crianças envolvidas, mas deixou uma trilha aberta para novas experiências educativas alinhadas ao contexto local e à preservação ambiental.

Considerações finais 

O projeto Fortalecendo os laços da cultura do caju, no município de Serra Nova Dourada evidenciou a importância de práticas pedagógicas que valorizam a cultura local e promovem a interação entre escola, família e comunidade. A experiência proporcionou que as crianças não apenas assimilassem conhecimentos sobre o caju, mas também se apropriassem de sua identidade cultural, entendessem a importância da sustentabilidade e desenvolvessem habilidades cognitivas e sociais de maneira significativa.

Os resultados alcançados elucidam que a educação infantil pode e deve ser um espaço de construção coletiva do conhecimento, no qual a vivência e a experimentação são elementos fundamentais do aprendizado. A metodologia utilizada fortaleceu o protagonismo infantil, incentivando a curiosidade, a criatividade e o senso crítico das crianças.

Em face dos impactos positivos do projeto, recomenda-se a continuidade de iniciativas análogas, com novas temáticas que ampliem o repertório cultural e ambiental das crianças. O envolvimento da comunidade escolar demonstrou ser crucial e deve ser incentivado para que a escola continue a ser um espaço de transformação social e valorização das tradições regionais.

Referências 

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018.

BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil. Brasília: MEC, 2010.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria Nacional de Educação Básica. Leitura e escrita na educação infantil: caderno 1. Brasília: MEC/SEB/DEP, 2016.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria Nacional de Educação Básica. Leitura e escrita na educação infantil: caderno 2. Brasília: MEC/SEB/DEP, 2016.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria Nacional de Educação Básica. Leitura e escrita na educação infantil: caderno 3. Brasília: MEC/SEB/DEP, 2016.

DEWEY, John. Experiência e educação. Tradução de Anísio Teixeira. São Paulo: Nacional, 1971.

IDEMA. O maior cajueiro do mundo. Disponível em: http://www.idema.rn.gov.br. Acesso em: 05 nov. 2024.

VIGOTSKY, Lev Semyonovich. A formação social da mente: o desenvolvimento social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

WALLON, Henri. As origens do caráter na criança. São Paulo: Editora Manole, 1995.


[1]Licenciada em Pedagogia pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), pós-graduada pela Faculdade Mantenense dos Vales Gerais (INTERVALE). Professora de Educação Infantil (turma do Pré I), na Escola Ana Ribeiro de Souza, no município de Serra Nova Dourada – MT. Formadora Municipal no Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) Centro-Oeste, MT. ivanildasilva.snd@gmail.com

[2]Licenciada em Pedagogia pelas Faculdades Unidas do Vale do Araguaia (UNIVAR), com especialização em Psicopedagogia Clínica e Institucional numa Ação Transdisciplinar. Professora de Educação Infantil na Escola Ana Ribeiro de Souza, no município de Serra Nova Dourada – MT. Cursista no Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) Centro-Oeste, MT. adamataoliveirasilva@gmail.com

[3] Licenciada em Pedagogia pela Universidade Unopar. Pós-graduada em Psicopedagogia Institucional e Clínica e em Educação Especial, ambas pela Universidade FAVENI. Professora de Educação Infantil na Escola Ana Ribeiro de Souza, no município de Serra Nova Dourada – MT. Cursista no Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) Centro-Oeste, MT. danysnd2023@gmail.com

[4] Doutora em Educação pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, Mestre em Educação pela Universidade Federal do Mato Grosso – UFMT, Licenciada em Pedagogia pela UFMT, professora do Curso de Pedagogia na Universidade Federal de Rondonópolis - UFR, formadora estadual no Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) Centro-Oeste, MT. viviane.drumond@ufr.edu.br