PLANO DE GESTÃO HABITACIONAL 2025
IDENTIFICAÇÃO
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Programa: Minha Casa Minha Vida |
Nº Protocolo Ministério das Cidades: 005732. 01.02/2011-54. |
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Município: Guiratinga |
UF: MT |
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Proponente: Prefeitura Municipal de Guiratinga |
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Objeto de intervenção: Construção Habitação |
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Executor da intervenção: Prefeitura Municipal de Guiratinga |
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Tel.: (66) 99655-2574 |
E-mail: gabinete@guiratinga.mt.gov.br |
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Responsável Técnico-Social: Cláudia Ribeiro Teixeira |
Formação: Assistente Social |
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Tel.: (66) 99919-9450 |
E-mail: cras.guiratinga@hotmail.com |
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FICHA TÉCNICA
Waldeci Barga Rosa
Prefeito Municipal
Juliana Arruda Rosa
Secretária Municipal de Assistência Social
Luís Eduardo de Souza Miranda
Engenheiro do município
Camila Silva de Souza
Secretária Adjunta da Secretaria Municipal de Assistência Social
Cláudia Ribeiro Teixeira
Assistente Social da Secretaria Municipal do CRAS
Cleoni Wolff
Assistente Social da Secretaria Municipal de Assistência Social
Luciana Moraes de Oliveira
Coordenadora do CRAS
Rinaldo Antônio Monteiro
Secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente
Lana Beatriz Gabriel de Oliveira
Técnica da Secretaria Municipal de Administração
Adão Alves Camargo
Secretário Municipal de Obras
Débora dos Anjos Vilela
Secretária Municipal de Educação
Luciana Fontoura Barbosa Ferreira
Secretária Municipal de Educação
Flávia Fernanda Silva Cajango Mendes
Secretária executiva do Conselho de Habitação
CONSELHO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO
I – Representantes do Poder Executivo
LUCIANA MORAES DE OLIVEIRA – Secretaria Municipal de Assistência Social
UKARISTON ALVES VILELA – Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos
DÉBORA DOS ANJOS VILELA– Secretaria Municipal de Educação
LANA BEATRIZ GABRIEL DE OLIVEIRA – Secretaria Municipal de Administração e Finanças
II – Representantes dos Beneficiários dos Programas Habitacionais do Município
MARCIA REGINA PINHEIRO DA SILVA
LUCELIA RODRIGUES CARBONATO
III – Representante da Igreja Católica e Igrejas Evangélicas
HEBER PEREIRA DOS SANTOS
IV – Representante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Guiratinga-MT
DEUZILENE CARVALHO DE SOUZA
CARACTERÍSTICAS DO MUNICÍPIO E ÁREA DE INTERVENÇÃO
O Município de Guiratinga está localizado no Sudeste Mato-Grossense. Latitude: “16º 20’ 58” S “longitude: 53º 45’ 30” W e altitude: 510m. Esta a 322 km da capital Cuiabá, 110 km de Rondonópolis, 100 da BR 070 (rodovia que liga Cuiabá a Brasília), 240 km de Barra do Garças e 800 km de Brasília. É servida pela rodovia MT 270, que está totalmente pavimentada e sinalizada, interligando-se com a BR 163 e BR 364, que por seu turno faz a ligação de Guiratinga à Barra do Garças, Rondonópolis e Cuiabá.
Guiratinga faz divisas com os municípios de Tesouro, Torixoréu, Araguainha, Alto Garças, Pedra Preta, São José do Povo, Poxoréo e Pontal do Araguaia. Tem uma área de 5.043.899 km² e conta com uma população de 10.966 habitantes, a sua densidade demografica é de 2,17 hab./km² de acordo com o Censo Demográfico do IBGE (2022). O nome Guiratinga origina-se do tupi "güirá/gyra", que significa ave, pássaro ou garça junto com o prefixo "tinga", que significa branco (a), alvo (a), claro (a) formando então o nome de garça branca.
Quanto ao aspecto urbanístico à cidade guarda as marcas do garimpo, as casas são de alvenaria, adobe com coberturas de telhas , entre outras situaçoes vexatórias , necessitando de urgência na intervensão municipal. Quanto à economica o municipio destaca pela agricultura e pecuaria,
Assistência Social
Na área de Assistência Social conta com o Centro de Referência de Assistência Social – CRAS, Casa Sozeny Cardoso Pereira Gonçalves (Abrigo para Criança e Adolescentes) – a Secretaria de Assistência Social. São mantidos os seguintes programas:
Bolsa-Família;
Apoio a Pessoa Idosa (Conviver);
Serviços de Convivência de Fortalecimento de Vínculo Programa de Atenção Integral a Família - PAIF;
Benefício de Prestação Continuada - BPC.
Controle Social
Quanto ao controle social, destacamos: Conselho Municipal de Saúde, Conselho Municipal da Assistência Social, Conselho de Direito da Criança e do Adolescente, Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Idosa, Conselho Municipal da Mulher, Conselho Municipal do Trabalho, Conselho Gestor Do Fundo Habitacional de Investimento Social, todos instituídos e atuantes.
3. JUSTIFICATIVA
Considerando o déficit habitacional verificado no Plano Municipal, de Habitação de Interesse Social e informações do IBGE/2022, que aponta necessidade habitacional de aproximadamente 450(quatrocentos e cinquenta) moradias e que a maioria desta demanda por habitação é de famílias de baixa renda, com pouca probabilidade de acesso a moradia própria.
Considerando que o Poder Municipal possui terreno com infraestrutura de água, luz, bem como os serviços básicos de educação e saúde que pode ser disponibilizado para construção de moradias de interesse social a gestão municipal buscar junto ao poder público federal recursos para construção de Unidades Habitacional através do programa Minha Casa Minha Vida e outros.
A perspectiva de realizar o TS com estas famílias é de promover o desenvolvimento comunitário como iniciativa para a transformação social, utilizando de instrumentos e técnicas e habilidades práticas para desencadear a mobilização e a organização da comunidade, que será provocada através ações conjuntas com objetivo de promover transformação da comunidade e mudança no cenário social.
Neste projeto propomos realização das atividades com transparência com repasse de informações sobre a correta apropriação e uso dos imóveis e melhorias implantadas, promovendo a mobilização e a participação social através de atividades socioeducativas, que tem principalmente, ações direcionadas à geração de trabalho e renda, educação sanitária, ambiental e patrimonial.
4. OBJETIVOS
4.1 Objetivo Geral
Desenvolver ações socioeducativas e informativas sobre o programa e Trabalho Social, buscando através da mobilização e organização comunitária a participação e o comprometimento dos beneficiários propiciando melhoria na qualidade de vida dos beneficiários e a sustentabilidade dos empreendimentos.
Objetivos Específicos:
Promover integração dos beneficiários ao novo espaço e respectivamente com os responsáveis pela construção do empreendimento, estimulando o comprometimento do grupo de forma efetiva através da mobilização e organização dos beneficiários.
Formar comissão de acompanhamento da obra entre os beneficiários a fim de garantir a transparência na construção do empreendimento propiciando a compreensão e a manifestação da população atendida acerca das intervenções, permitindo a afirmação da cidadania.
Realizar palestras com temas educativas e ênfase na educação ambiental, organização comunitária, saneamento básico despertando para a correta ocupação do espaço coletivo e a conservação e manutenção do imóvel.
Metodologia
As ações propostas neste Plano de Gestão estão pautadas na metodologia do Desenvolvimento Social Comunitário que permite a participação dos agentes envolvidos em todas as etapas do processo proporcionando aos beneficiários através de um conjunto de conhecimentos sistematizado de caráter educativo e interveniente.
Estas ações proporcionarão aprendizagem de novos conhecimentos, mudanças de hábitos, influenciando na sua qualidade de vida através de ações coletivas em torno de interesse comum com capacidade para a reflexão sobre situações problemáticas. Fomentando a participação e organização da comunidade, permitindo a interação entre as partes envolvidas, fortalecimento das bases em associativismo, com ações direcionadas a geração de trabalho renda, educação sanitária, ambiental e patrimonial.
Para realização das atividades serão utilizados os instrumentais técnicos descritos abaixo:
Pesquisa com formulários avaliativos
Visitas;
Reunião;
Palestras/oficinas;
Cursos;
Produção de materiais gráficos, informativo (Cartilha do Beneficiário, Manual do Beneficiário,).
6. As ações, com pretensão para realização.
Cadastramento das famílias através de visitas domiciliares preenchimento de formulários e levantamento das necessidades dos beneficiários.
Após análise desses dados foram realizadas as propostas aqui apresentadas, que serão desenvolvidas em parcerias com a Secretaria Municipal e outros órgãos públicos existentes no município conforme descrição das atividades.
7. ATIVIDADE A SEREM DESENVOLVIDAS NO PERÍODO DE 12 MESES
Esta atividade será realizada no Centro de Referência da Assistência Social – CRAS, ministrada por um assistente social e equipe técnica, bem como acompanhamento pelos conselheiros Gestor do Fundo.
Palestra –
Pesquisa de avaliativa.
Reuniões
Acompanhamentos
Visitas
Estudo socioeconômico
Será disponibilizada equipe técnica de apoio local, espaço físico para as reuniões, equipamentos de som, data show entre outros que por ventura se fizerem necessários.
8. Grupos Populacionais, Tradicionais e Específicos no município.
Famílias Quilombolas – não se aplica.
Famílias Indígenas - não se aplica
Famílias em Situação de Rua – Não se aplica
Componentes registrados no trabalho escravo – não se aplica.
Famílias Ciganas – não se aplica
Famílias Extrativistas – não se aplica
Famílias de Pescadores artesanais –
Famílias pertencentes às comunidades de terreiro – não se aplica
Famílias ribeirinhas – sim
Famílias de agricultores familiares –
Famílias assentadas da Reforma Agrária – sim
Famílias acampadas – sim
Famílias com pessoas presas– sim
Famílias de catadores de material reciclável –não se aplica
9.1 Acesso a Serviços
9.1.1 Assistência Social
O sucesso do Brasil sem Miséria demanda o bom funcionamento do SUAS e uma atuação integrada entre as Secretarias Municipais de Assistência Social e a Secretaria de Trabalho, Educação, Saúde e outras que estejam envolvidas na estratégia de superação de extrema pobreza.
O fortalecimento da agenda municipal da assistência social, em especial no que diz respeito a estruturação do SUAS, requer reforço no seu financiamento. É por isso que o MDS disponibiliza aos municípios recursos para a ampliação da rede e a qualificação de seus serviços.
O município possui em seu território:
- 1 Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) cofinanciado pelo MDS.
10. Inclusão Produtiva
Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec Brasil sem Miséria).
11. Ações desenvolvidas pelo Conselho Municipal de Assistência
Social de acordo com suas atribuições
O Conselho Municipal de Guiratinga MT, tendo por base as legislações vigentes (artigo 18 da LOAS e Lei Municipal 442/95 15/12/95.) realiza suas reuniões ordinárias periodicamente, 1 (uma) vez ao mês e quando necessário realiza reunião extraordinária, essas reuniões tem como objetivo discutir, acompanhar e avaliar o desenvolvimento da política de assistência social no âmbito municipal, regulamentando suas decisões e pareceres através de resoluções.
Ao Conselho Municipal de Assistência Social compete zelar pela ampliação e qualidade da rede de serviços socioassistenciais para a universalização de atendimento a todos os destinatários da Política de Assistência Social e a utilização das verbas públicas destinadas ao município, advindos dos recursos da União Federal, do Estado, e ainda do próprio orçamento municipal, bem como a aplicação de todos os recursos previstos no Fundo Municipal da Assistência Social. É uma instância de deliberação Colegiada com decisões tomadas pelo coletivo, de caráter permanente e sem interrupção do seu funcionamento, de composição paritária tendo igualdade de representação e participação do governo e sociedade civil composta por entidade, trabalhadores e usuários.
REDE SÓCIOASSISTENCIAL LOCAL
01 Casa de Repouso Madre Gaetana Sterni
01 Casa Souzeny Cardoso Pereira Gonçalves
01 Associação de Aposentados, Pensionistas e Idosos de Guiratinga.
01 Instituto Santa Terezinha –Pastoral
PARCEIROS NAS AÇÕES DA ASSISTÊNCIA SOCIAL
Secretaria Municipal de Saúde
Secretária Municipal de Educação
Secretaria de Cultura e Turismo
Secretaria de Agricultura
Secretaria de Esporte e Lazer
Rotary Club
Maçonaria
PSF’s – Programa de Saúde da Família.
Centro de Atenção Psicossocial – CAPS
NASF
12. PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
Programa de Atenção Integral às Famílias – PAIF
O PAIF tem seu núcleo na família, reconhecendo cada particularidade e explorando cada ciclo de vida. Foca seus atendimentos em famílias em situação de vulnerabilidade social objetivando no resgate da instituição famílias e o fortalecimento de seus vínculos.
Serviço de atendimento psicossocial
O serviço conta com o apoio de uma psicóloga e uma assistente social cujo orientam e acompanham as famílias. Como forma de serviço tem-se:
Grupos de debates: prioriza a difusão da informação e o debate sobre temas de interesses e dúvida das famílias. Há grupos divididos por ciclo e por temas.
·Grupos por ciclo:
Grupo de desenvolvimento familiar para gestantes: Grupo de funcionamento quinzenal na parte vespertina, mínimo de 5 participantes e máximo de 15, aberto as gestantes participantes da oficina de confecção de enxoval para recém nascidos. Tem duração de 50 minutos, utilizando técnicas de dinâmicas, atividades lúdicas, recursos audiovisuais e palestra de outros profissionais. Centra-se em temas de empoderamento familiar, educação infantil, vinculo mãe-filho, papel da mulher na sociedade, entre outros.
Grupos por tema:
·¿Grupo de desenvolvimento familiar para mães: Grupo de funcionamento quinzenal na parte noturna, mínimo de 5 participantes e máximo de 15, aberto a mães, pais ou responsáveis que relatam problemas na educação de filhos e imposição de limites a estes. Terá duração de 50 minutos, utilizando técnicas de dinâmicas, atividades lúdicas, recursos audiovisuais e palestra de outros profissionais. Centra em situações concretas trago pelos pais e na resolução destes.
Grupo de convivência às famílias de pessoas com deficiência: Grupo de funcionamento mensal na parte vespertina, mínimo de 5 participantes até máximo de 30. Aberto a familiares ou pessoas de possuem convívio com pessoas com deficiência. Terá duração de 50 minutos, utilizando técnicas.
Grupo com mulheres: Grupo participantes até máximo de 60. Aberto a mães que participam de projetos de inclusão produtiva, com objetivo de conscientizar sobre direitos humanos, sobre as condicionalidades de programas federais, sobre o papel da mulher na sociedade, sobre família, criança e adolescente, sobre relacionamentos amorosos, entre outros assuntos de dúvida da maioria.
Acompanhamento individual às famílias: As famílias que apresentam problemas que não estão conseguindo resolver tem um acompanhamento individual para fortalecer seu convívio. O acompanhamento é procedido por entrevistas individuais para diagnostico da situação-problema, visitas e atendimentos aos membros para orientações.
Ações socioeducativas a criança e adolescentes:
Ação no Dia das Crianças: Ação anual no mês de Outubro para comemorar o dia das crianças e promover para toda família um espaço de brincadeiras e informações sobre programas de apoio e defesa dos direitos da criança e do adolescente.
Serviço de socialização de idosos:
Grupo de convivência à idosos: Grupo de funcionamento semanalna parte vespertina, com mínimo de 5 participantes até máximo de 40 participantes, aberto a terceira idade, com duração de 2 horas, utilizando atividades artesanais de bordados, crochês, confecções de almofadas e entre outras.
Atividade física aos idosos: atividade de acolhimento, relaxamento, alongamento corporal, exercício de flexibilidade, mobilidade e motricidade, aeróbica, caminhada, dança de salão, dinâmicas audiovisual, atividades de potência e força. A frequência é semanal, sendo realizadas nas terças e quintas-feiras, no período matutino, com duração de uma hora cada encontro com uma média de 50 à 100 idosos.
Tarde dançante: encontros quinzenais para realização de danças de salão para recreação e convivência de idosos. Tais encontros são realizados nos sábados e tem duração de em média de 3 horas com uma média entre 50 e 100 idosos.
Comemoração de aniversários: São eventos semestrais que acontecem no CRAS para a comemoração dos membros do Grupo Conviver que aniversariam durante o trimestre, uma noite com muita festa, dança, doces e presentes.
Serviço de incentivo ao protagonismo juvenil, e de fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.
Grupo socioeducativo para adolescentes e jovens: Grupo de funcionamento integral, sendo 3 vezes por semana com duração de 3 horas, mínimo de 5 participantes máximo de 50, aberto a jovens a partir de 14 anos, com duração de uma hora por encontro, utilizando de recursos de dinâmicas e abrangendo temas diferentes e pertencentes a realidade dos jovens como sexualidade, família, comunidade, profissionalização, violência, empoderamento, entre outros.
Festivais e eventos: Organizado pelos adolescentes dos programas sociais com intuído de promover suas atividades a toda sociedade. É aberto para apreciação de toda sociedade.
Outros:
· Acompanhamento nas avaliações do Programa Bolsa Família: Acompanhamento de famílias em descumprimentos das condicionalidades através de entrevistas e visitas. Este acompanhamento é semanal, atendendo cerca de 20 famílias mensais, que através de meios de comunicação são direcionadas ao CRAS
Ao entrar no Programa Bolsa Família a família assume alguns compromissos: as crianças e jovens devem frequentar a escola; as crianças precisam ser vacinadas e ter acompanhamento nutricional; e as gestantes devem fazer o pré-natal.
No município, 92,72% das crianças e jovens de 6 a 17 anos do Bolsa família tem acompanhamento de frequência escolar. A média nacional é de 86,69%. O município está acima da média, mas ainda assim é importante que as secretarias de assistência social e de educação continuem trabalhando juntas para aumentar o número de famílias cujo filhos tem frequência escolar verificada.
Na área da saúde, o acompanhamento chega a 71,93% das famílias com perfil, ou seja, aquelas com crianças de até 7 anos e/ou com gestantes. A média nacional é de 73,12%. O município está abaixo da média, por isso é importante que as secretarias de assistência social e de saúde se articulem para aumentar o número de famílias com acompanhamento pela rede de saúde.
Acompanhamento de beneficiários do Benefício de Prestação Continuada: revisão das avaliações e encaminhamentos para o instituto nacional de seguridade social mais próximo.
Busca- ativa: Diagnóstico social de famílias em situação de vulnerabilidade e risco social para inclusão em projetos e serviços do CRAS. A busca ativa se faz por visitas espontâneas ou a partir de relatos de terceiros.
Campanhas socioeducativas: formas coletivas de sensibilização e mobilização da comunidade, visando promover sociabilidade, reflexão, enfrentamento e superação do problema.
Campanha de combate à violência sexual - infanto juvenil: Campanha anual, realizada no dia 18 de maio na praça central da cidade, envolvendo escolas, secretarias, conselhos e o CRAS. Utilizam-se apresentações, faixas e cartazes que orientam sobre formas de violências e a importância de se combatê-las.
Campanha de combate a violência doméstica contra mulheres: Campanha anual, realizada no dia 7 de agosto ou pela proximidade desta data. São realizadas palestras neste foco e cartazes explicando sobre o tema.
Campanha de combate à violência e maus tratos contra idosos: Campanha realizada em setembro com palestras e divulgação de folders estimulando as denúncias.
Encaminhamentos e acompanhamentos: Encaminhamento de casos cuja complexidade não abarca as competências do CRAS. Os encaminhamentos mais comuns são para saúde, para secretaria da assistência social, para o INSS, para escolas.
Reuniões com beneficiários do Programa Bolsa Família: Reuniões excepcionais, visando repassar orientações e informes sobre o programa. Atende cerca de 200 famílias.
Benefícios Eventuais:
Concessão de urnas funerárias às famílias em situação de vulnerabilidades financeiras.
Concessão de cestas básicas às famílias em situação de vulnerabilidades.
Concessão de eventuais vulnerabilidades que possam prejudicar o biopsicossocial.
Concessão de transferência de renda conforme lei municipal.
Benefício de Prestação Continuada:
Avaliação dos benefícios de Prestação Continuada, Solicitação ao INSS, por meio de Requerimento Benefício de Prestação Continuada às pessoas que se encaixam no amparo assistencial de acordo com a Lei.
Acompanhamento dos beneficiários a fim de dar uma estrutura social e psicológica à família, o acompanhamento deverá ser feito com no mínimo 100 famílias.
A abordagem interdisciplinar para beneficiar família em situação de risco assegurando sua integração e ação conjuntamente com a sociedade.
Grupo com os familiares dos beneficiários sendo feito um chá para fins de se aproximar das famílias e fazer com que essas se sintam à vontade para falar suas angústias.
13. PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL
Proteção social especial de média complexidade:
Os atendimentos jurídicos, assistenciais, de proteção aos direitos entre outros é realizado pelos seguintes órgãos:
* Ministério Público.
* Conselho Tutelar.
* Defensoria Pública.
* Tribunal de Justiça (Fórum)
* Secretaria Municipal de Assistência Social.
Proteção Social Especial de Alta Complexidade:
Abrigo para crianças e adolescentes: O município conta com uma instituição governamental na modalidade abrigo para crianças e adolescentes, com capacidade para atender 10 pessoas, de 0 a 18 anos. Sua estrutura física é composta de escritório, sala para atendimento individual, 05 quartos, sala de TV, Sala de recepção, refeitório, 3 banheiros, despensa, cozinha, varandas, e uma grande área para lazer.
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SERVIÇO DE ACOLHIMENTO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES |
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7. Identificação da Unidade Nome da Instituição: Casa Souzeny Cardoso Pereira Gonçalves. |
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Endereço: Rua Rotary Internacional, n° 858 Telefone: (66) 9986 0004 |
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7.1 Caracterizações da Unidade: Modalidade: ( ) Casa Lar (x ) Abrigo Institucional () Família Acolhedora Abrangência: ( X) Municipal () Regional1 Se regional, quais os municípios atendidos? Vínculo (X ) Governamental () Não Governamental |
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7.2 Capacidade de atendimentos e quantidade: Capacidade de Número de Crianças e Número de Crianças e atendimento da Adolescentes acolhidas Adolescentes Instituição AtualmenteReintegrados geral: 10 00 32 |
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7.3 Recursos Humanos do Serviço: |
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Quantidade |
Função |
Formação |
Vínculo |
Carga horária |
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03 |
Cuidador |
Ensino Médio |
Contratado |
12/36h |
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1 |
Coordenadora |
Ensino superior completo |
Contratada |
40 horas semanais |
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7.4 A instituição possui Projeto Político Pedagógico (PPP) de acordo com as Orientações Técnicas de Serviço de Acolhimento para Criança e Adolescente? ( x) Sim () Não. Por quê? |
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7.5 - No município, existe Comarca da Vara da Infância e Juventude? ( X ) Sim () Não. Qual município é sede da comarca? |
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7.6 Infraestruturas do serviço de acolhimento ( X ) Próprio ()Cedido () Alugado |
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7.7 Recursos financeiros O município recebe co-financiamento federal para o serviço de acolhimento? () Sim ( X ) Não Caso afirmativo, como é aplicado este recurso? Se o recurso for repassado para instituição não governamental, qual é o mecanismo deste repasse? |
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7.8 Registro e Inscrição Identifique o tipo de registro do serviço no Conselho Municipal de Assistência Social: ( X ) Registro () Certificado () Nenhum () Outros. Quais? Possui inscrição no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente: (X) Sim () Não. Por quê? |
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7.9 Ações desenvolvidas com as famílias A equipe técnica do serviço realiza o diagnóstico social das famílias? ( X ) Sim ( ) Não. Por quê? Existe algum trabalho de reinserção familiar? ( X ) Sim ( ) Não. Por quê? |
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Caso positivo, como é realizado? Através de acompanhamento das famílias pela equipe técnica. |
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7.10 Desenvolvimentos do serviço Qual unidade do órgão gestor realiza o acompanhamento da Instituição? ( X) Secretaria ( X ) CRAS ( ) CREAS De que forma? Visitas domiciliares e acompanhamentos às famílias e à Instituição. |
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7.11 Identifiquem as atividades desenvolvidas, conforme Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais: |
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( X ) Acolhida |
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( X ) Prontuário Social e Psicológico individual |
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( X ) Construção do Plano Individual e/ou Familiar de atendimento-PIA |
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( X ) Orientação e encaminhamento para a rede de serviços locais |
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( X ) Acompanhamento e monitoramento dos encaminhamentos |
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( X ) Elaboração de relatórios |
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( X ) Inserção em projetos/programas de capacitação e preparação para o trabalho |
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( X ) Orientação para acesso a documentação civil |
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( X ) Atividades de convívio e organização da vida diária |
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( X ) Mobilização, identificação da família extensa ou ampliada |
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( X ) Organização do banco de dados e informações sobre o serviço |
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( X ) Trabalho interdisciplinar |
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( X ) Monitoramento e avaliação do serviço |
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14. FINALIZAÇÃO
O município de Guiratinga, aproveita a criação do Plano para dinamizar o Fundo Municipal de Habitação com Política de verbas e elaboração de parceiras e outras ações oportunizar as ações no âmbito habitacional. Os Conselhos responsáveis terão sobre sua tutela as discussões e orientações em todos os programas de habitação no município, dentro das diretrizes desse Plano de Gestão cuja implantação serão responsáveis pelo seu contorno e aplicabilidade.
JULIANA ARRUDA ROSA DE LIMA
Secretária Municipal de Assistência Social