PROTOCOLO DE SOLICITAÇÃO DE PROFISSIONAL DE APOIO EDUCACIONAL Barra do Bugres – MT
16 de Fevereiro de 2026
1 APRESENTAÇÃO
Este Protocolo de Solicitação de Profissional de Apoio Educacional tem como finalidade orientar, organizar e fundamentar, de forma pedagógica e legal, o processo de solicitação desse serviço no âmbito da educação básica no município de Barra do Bugres. Parte-se do entendimento de que a Educação Especial e Inclusiva é uma modalidade transversal, que atravessa todas as etapas e níveis de ensino, exigindo a identificação e a eliminação de barreiras que possam comprometer o acesso, a permanência, a participação e a aprendizagem dos estudantes.
Cabe destacar que a solicitação do Profissional de Apoio não se constitui como medida assistencial ou clínica, mas como estratégia educacional, ancorada em estudo de caso, observação contextualizada e análise das necessidades educacionais do estudante no cotidiano escolar.
2 OBJETIVOS
2.1 OBJETIVO GERAL
Garantir, por meio de procedimentos técnicos, pedagógicos e legais, a análise criteriosa da necessidade de Profissional de Apoio Educacional, assegurando o direito do estudante público da Educação Especial à educação em um sistema educacional inclusivo, com condições reais de participação, autonomia e aprendizagem.
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS
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Identificar barreiras pedagógicas, comunicacionais, atitudinais e organizacionais presentes no contexto escolar;
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Subsidiar a tomada de decisão quanto à necessidade do Profissional de Apoio Educacional a partir de estudo de caso;
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Articular a atuação da escola, da família e da equipe multiprofissional da educação;
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Assegurar que a oferta do Profissional de Apoio esteja alinhada ao Plano Educacional Individualizado (PEI) e ao Plano de Atendimento Educacional Especializado (PAEE);
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Garantir que o processo esteja em conformidade com a legislação educacional inclusiva vigente.
3 DO DIREITO E DA NECESSIDADE DO PROFISSIONAL DE APOIO EDUCACIONAL
Convém mencionar que o direito ao Profissional de Apoio Educacional decorre diretamente do direito fundamental à educação. A Constituição Federal, em seu art. 208, inciso III, estabelece de forma literal o dever do Estado com a educação, que deverá ser efetivado mediante a garantia de: “III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.”
Esse direito é detalhado e ampliado pela Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, instituída pelo Decreto nº 12.686/2025, cujo art. 1º dispõe:
Fica instituída a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, com a finalidade de garantir o direito à educação em um sistema educacional inclusivo para estudantes com deficiência, com transtorno do espectro autista e com altas habilidades ou superdotação, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades.
No § 3º do mesmo artigo, o Decreto explicita a necessidade de apoio no ensino comum:
A garantia do sistema educacional inclusivo ocorre por meio da organização do sistema educacional geral, de forma a assegurar que os estudantes que são público da educação especial tenham o direito a ser incluídos em classes e escolas comuns, com o apoio necessário à sua participação, permanência e aprendizagem.
No que se refere especificamente ao Profissional de Apoio Escolar, o art. 14 do Decreto nº 12.686/2025 estabelece que:
Ao profissional de apoio escolar compete atuar em consonância com o PAEE e com o PEI.
E seu § 2º é categórico ao afirmar que:
A oferta do profissional de apoio escolar será avaliada pelo estudo de caso e independerá de diagnóstico, laudo, relatório ou qualquer documento emitido por profissional de saúde.
Diante disso, fica evidente que o direito ao Profissional de Apoio é educacional, fundamentado na análise das necessidades vivenciadas no contexto escolar e não condicionado exclusivamente à existência de laudos clínicos.
4 PASTA DA SOLICITAÇÃO
A pasta da solicitação constitui o instrumento organizador de todo o processo e reúne os documentos informados no item 05 deste protocolo. A mesma deve conter na capa a identificação: Protocolo 001/2026, Nome do estudante, Nome da Escola.
5 DOCUMENTOS
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Requerimento da Escola: é o documento formal que inaugura a solicitação, apresentando as justificativas pedagógicas observadas no cotidiano escolar. Esse procedimento encontra respaldo na Lei nº 7.853/1989, cujo art. 2º dispõe que:
Ao Poder Público e seus órgãos cabe assegurar às pessoas portadoras de deficiência o pleno exercício de seus direitos básicos, inclusive dos direitos à educação.
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Documentos Complementares: incluem relatórios de profissionais que acompanham a criança, compreendidos como subsídios pedagógicos para o estudo de caso, e não como instrumentos de classificação diagnóstica. Essa perspectiva se alinha ao art. 11 do Decreto nº 12.686/2025, que afirma:
O estudo de caso constitui-se em metodologia necessária para identificação do estudante público da educação especial.
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Cópia da Ficha de Matrícula Atualizada: a ficha de matrícula deve conter dados pessoais, informações escolares atualizadas (responsabilidade da escola), identificação da turma, turno, etapa de ensino, bem como dados completos dos responsáveis legais (contatos telefônicos e endereço dos tutores legais).
Esse registro assegura o direito à matrícula e à permanência, conforme a Lei nº 7.853/1989, art. 2º, inciso I, alínea “f”, que garante:
A matrícula compulsória em cursos regulares de estabelecimentos públicos e particulares de pessoas portadoras de deficiência capazes de se integrarem no sistema regular de ensino.
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Relatório Docente: Deve ser impreterivelmente elaborado no formato do Roteiro de Observação do Funcionamento do Estudante (em anexo) e a partir das impressões pedagógicas dos professores. Trata-se de um documento produzido pelo professor regente, no qual se descreve, sob o olhar pedagógico, como o estudante participa das atividades, interage com pares e adultos, responde às propostas didáticas e lida com a rotina escolar. Esse documento é fundamental para a identificação de barreiras à aprendizagem, conforme o art. 4º, inciso VI, do Decreto nº 12.686/2025, que estabelece como objetivo da política:
Identificar e eliminar barreiras que restrinjam ou impeçam o acesso, a permanência, a aprendizagem e a participação.
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Relatório de Acolhimento Familiar: apresenta a narrativa da família sobre a criança, sua trajetória escolar e suas expectativas, compreendendo a família como parceira no processo educacional. Esse documento fortalece o princípio da participação social e do respeito à diversidade, conforme previsto na Política Nacional de Educação Especial Inclusiva. Será resultado do atendimento realizado pela assistente social no NAMEI (Núcleo de Apoio Multiprofissional de Educação Inclusiva).
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Relatório de Observação em Contexto Escolar: será elaborado a partir da perspectiva de diferentes profissionais, sendo estes:
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Fonoaudiólogo Educacional: contribui para a análise das condições de comunicação funcional do estudante no ambiente escolar, considerando a compreensão de instruções, a expressão oral ou alternativa, a interação comunicativa com pares e professores e as barreiras linguísticas que afetam o acesso ao currículo.
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Neuropsicopedagogo Institucional: focaliza o perfil de aprendizagem do estudante, os processos cognitivos implicados nas tarefas escolares, o modo como organiza informações, resolve problemas e responde às mediações pedagógicas, sempre com o objetivo de orientar práticas inclusivas e adaptações razoáveis no ensino comum.
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Psicólogo Educacional: a análise centra-se nas relações estabelecidas pelo estudante no ambiente escolar, nos modos de participação, autorregulação, engajamento nas atividades e enfrentamento das demandas da rotina. Busca-se compreender como os aspectos emocionais e comportamentais interferem no processo educativo, sem caráter clínico ou terapêutico, mas como elementos que impactam diretamente a aprendizagem e a convivência escolar.
6 RELATÓRIO MULTIPROFISSIONAL
O Relatório Multiprofissional é resultado do estudo de caso, e busca integrar os diferentes olhares educacionais, sistematizando as informações produzidas e apresentando recomendações pedagógicas fundamentadas, inclusive quanto à necessidade do Profissional de Apoio Educacional. Este documento será encaminhado à Coordenação do NAMEI, que irá deferir ou indeferir a solicitação realizada.
7 DEFERIMENTO OU INDEFERIMENTO
Compete à Coordenação do NAMEI emitir o deferimento ou indeferimento da solicitação de Profissional de Apoio Educacional, com base na análise do estudo de caso e na documentação apresentada. A decisão deve estar ancorada em critérios pedagógicos e educacionais, considerando as necessidades do estudante no contexto escolar e as barreiras identificadas no processo de ensino e aprendizagem.
Reitera-se que, conforme dispõe o § 2º do art. 14 do Decreto nº 12.686/2025, a decisão:
Independerá de diagnóstico ou laudo médico.
7.1 EM CASO DE INDEFERIMENTO
Quando a solicitação for indeferida, a Coordenação do NAMEI deverá emitir documento oficial, a ser encaminhado à gestão escolar, contendo orientações pedagógicas claras e objetivas para o atendimento das necessidades educacionais do estudante no ensino comum. Esse documento deverá indicar, de forma fundamentada:
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as adaptações pedagógicas necessárias, considerando organização do tempo, do espaço e das atividades;
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os recursos pedagógicos e de acessibilidade a serem utilizados no cotidiano escolar;
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as metodologias e estratégias de ensino mais adequadas ao perfil de aprendizagem do estudante.
Esse encaminhamento reafirma o compromisso com a educação inclusiva, assegurando que a ausência do Profissional de Apoio não implique negligência pedagógica ou prejuízo ao direito de aprendizagem do estudante
7.2 EM CASO DE DEFERIMENTO
Quando a solicitação for deferida, a Coordenação do NAMEI deverá emitir documento oficial e encaminhá-lo ao Departamento Pessoal da Secretaria Municipal de Educação, formalizando a solicitação de contratação do Profissional de Apoio Educacional. Esse documento deverá conter, de forma clara e objetiva:
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a identificação do estudante;
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a identificação da unidade escolar;
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o turno de atendimento;
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a turma em que o estudante está matriculado;
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o perfil do Profissional de Apoio Educacional, conforme as necessidades educacionais identificadas no estudo de caso;
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a indicação de que a atuação do profissional deverá ocorrer em consonância com o Plano Educacional Individualizado (PEI) e o Plano de Atendimento Educacional Especializado (PAEE).
Diante disso, assegura-se que a decisão da Coordenação do NAMEI resulte em encaminhamentos responsáveis, transparentes e pedagogicamente comprometidos, fortalecendo a efetivação do direito à educação inclusiva em todas as suas dimensões.
____________________________________ Prof. Ms. Paulo Marcos Ferreira Andrade Coordenador do NAMEI
Barra do Bugres - MT, 06 de fevereiro de 2026.
ANEXO 1
ORIENTAÇÕES DE PREENCHIMENTO DO ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DO ESTUDANTE
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APRESENTAÇÃO E FINALIDADE DO INSTRUMENTO
Este roteiro tem por objetivo identificar barreiras funcionais que comprometem a autonomia, a participação, a segurança e a aprendizagem do estudante no ambiente escolar, subsidiando a solicitação de Profissional de Apoio Escolar quando comprovada a necessidade.
Conforme a Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão), a deficiência resulta da interação entre impedimentos de longo prazo e barreiras do contexto; assim, a baixa autonomia funcional, quando persistente e observável, justifica a análise da necessidade de apoio humano contínuo.
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INSTRUÇÕES PARA O PREENCHIMENTO
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O checklist deve ser preenchido exclusivamente pelo professor regente, após observação sistemática do estudante em diferentes momentos da rotina escolar;
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As respostas devem basear-se em comportamentos recorrentes, e não em episódios isolados;
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Todas as questões que apresentarem espaço para justificar ou explicar devem ser obrigatoriamente preenchidas, com justificativa descritiva e exemplos concretos, independentemente da opção assinalada (“Sim”, “Parcial” ou “Não”).
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Este documento integrará o estudo de caso pedagógico, conforme previsto na legislação educacional.
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IMPORTÂNCIA DA ANÁLISE DA AUTONOMIA FUNCIONAL
Antes de solicitar um profissional de apoio escolar, é essencial compreender até que ponto o estudante consegue agir de forma autônoma, isto é, iniciar, manter e concluir ações escolares sem dependência constante de um adulto. Diante disso, a baixa autonomia não se restringe aos autocuidados, mas inclui dificuldades em:
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Organizar-se;
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Compreender instruções;
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Regular emoções e comportamentos;
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Participar de atividades pedagógicas;
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Deslocar-se com segurança;
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Tomar decisões simples no cotidiano escolar.
Quando essas dificuldades impactam diretamente o acesso ao currículo e à participação, a legislação autoriza e exige a adoção de medidas de apoio individualizadas, incluindo o Profissional de Apoio Escolar, conforme Decreto 12.773/2025 que altera o Decreto 12.686/2025.
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RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL
O preenchimento deste checklist é um ato técnico, ético e legal, cujas informações:
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Fundamentam decisões administrativas;
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Orientam a organização dos apoios;
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Podem ser analisadas por equipes multiprofissionais e órgãos de controle.
Portanto, o professor assume a responsabilidade de descrever com precisão o funcionamento real do estudante, sem minimizar nem exagerar as dificuldades, garantindo o direito ao apoio adequado de acordo com o Parecer CNE/CP nº 50, de 5 de dezembro de 2023.
ANEXO 2
ROTEIRO DE OBSERVAÇÃO DE FUNCIONAMENTO DO ESTUDANTE
IDENTIFICAÇÃO GERAL
Escola: ____________________________________________________________________ Nome do(a) estudante: ________________________________________________________ Etapa/Série: ________________________________________________________________ Professor(a) regente: __________________________________________________________ Data do preenchimento: _______________________________________________________
FUNCIONAMENTO GERAL E AUTONOMIA BÁSICA
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O(A) estudante inicia atividades escolares de forma autônoma após orientação coletiva?
( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não Justifique:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
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O (A) estudante mantém-se engajado na atividade sem necessidade de supervisão constante de um adulto? ( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não Descreva:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
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O (A) estudante consegue finalizar tarefas propostas dentro do tempo esperado para sua faixa etária? ( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não Explique:______________________________________________________________
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AUTONOMIA NA COMPREENSÃO E EXECUÇÃO DE INSTRUÇÕES
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O (A)estudante compreende instruções simples dadas oralmente ao grupo? ( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não
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Necessita que as instruções sejam repetidas individualmente diversas vezes para iniciar a tarefa? ( ) Sim ( ) Não Exemplifique:___________________________________________________________
______________________________________________________________________
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O (A) estudante depende de mediação contínua para compreender o que deve ser feito em atividades pedagógicas? ( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não Justifique:______________________________________________________________
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AUTONOMIA ORGANIZACIONAL E AUTORREGULAÇÃO
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O (A) estudante organiza seus materiais escolares de forma autônoma (cadernos, lápis, livros)? ( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não
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Demonstra dificuldade significativa em lidar com frustrações, erros ou mudanças na rotina? ( ) Sim ( ) Não
Descreva situações observadas:_____________________________________________
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Apresenta crises emocionais, colapsos ou desorganização comportamental que interrompem a própria aprendizagem? ( ) Sim ( ) Não
Frequência e contexto: ___________________________________________________
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AUTONOMIA FUNCIONAL NA ROTINA ESCOLAR
10. O (A) estudante realiza alimentação, higiene e uso do banheiro sem apoio direto de um adulto? ( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não
Justifique:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
11. Necessita de acompanhamento constante para deslocar-se com segurança no ambiente escolar? ( ) Sim ( ) Não Explique:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
12. Há risco recorrente de fuga, quedas, autoagressão ou exposição a perigo sem supervisão direta? ( ) Sim ( ) Não Descreva:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
AUTONOMIA SOCIAL E PARTICIPAÇÃO
13. O (A) estudante participa de atividades coletivas sem mediação individual constante?
( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não
14. Depende de um adulto para interagir com colegas ou para manter-se em atividades em grupo? ( ) Sim ( ) Não Exemplifique:_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
15. O (A) estudante permanece isolado ou se desorganiza socialmente sem apoio direto?
( ) Sim ( ) Não Explique:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
IMPACTO DIRETO NA APRENDIZAGEM AUTÔNOMA
16. As dificuldades descritas comprometem o acesso do(a) estudante aos conteúdos curriculares?
( ) Sim ( ) Parcial ( ) Não
17. Mesmo com adaptações pedagógicas e AEE, o(a) estudante não consegue aprender sem mediação individual contínua? ( ) Sim ( ) Não
Justifique:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
18. A ausência de um adulto de apoio resulta em perda significativa de aprendizagem ou exclusão das atividades? ( ) Sim ( ) Não
Descreva situações concretas: _____________________________________________
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ANÁLISE CONCLUSIVA SOBRE A NECESSIDADE DE PROFISSIONAL DE APOIO
19. Com base nas barreiras funcionais observadas, o(a) estudante necessita de apoio humano contínuo para garantir segurança, participação e aprendizagem?
( ) Sim ( ) Não
Justificativa detalhada: __________________________________________________
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OBSERVAÇÕES FINAIS
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Barra do Bugres - MT, __ de ______ de 20__.
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Professor (a) Regente
Assinatura por extenso